Só hoje, em Quarteira, é que descobri que o topónimo emerge do conceito de arte. Ai, se não fossem os marketeers das campanhas, que ignorantes que nós éramos.
3 comentários:
Anónimo
disse...
Aquela de Quarteira ser uma arte não é de todo estúpida. Por exemplo se pensarmos na arte de destruição arquitectónica então a cidade é um belo exemplo.
Quanto ao desenho, o que ele é suposto transmitir, o que é suposto despertar no eleitor... sobre isso muito haveira a dizer, no entanto, e afastando-me de qualquer tendencia partidária, do ponto de vista "propagandista" não são bonitos, nem apelativos, nem bem conseguidos! Mas o que mais me impressiona é o meio. A sua colocação demasiada, nas arvores que culpa nenhuma tem, tornando-se barreiras arquitectonicas quase que, ao passar por eles, gritam como se de um desesperado se trata-se "olha para mim" "repara em mim" dá-me a tua atenção"... Podiam fazer melhor! Cumprimentos Dr. Helder.
3 comentários:
Aquela de Quarteira ser uma arte não é de todo estúpida. Por exemplo se pensarmos na arte de destruição arquitectónica então a cidade é um belo exemplo.
Arte têm os quarteirenses na ambição do poder. Já viram quantas listas de independentes concorrem à Junta de Freguesia?
Quanto ao desenho, o que ele é suposto transmitir, o que é suposto despertar no eleitor... sobre isso muito haveira a dizer, no entanto, e afastando-me de qualquer tendencia partidária, do ponto de vista "propagandista" não são bonitos, nem apelativos, nem bem conseguidos! Mas o que mais me impressiona é o meio. A sua colocação demasiada, nas arvores que culpa nenhuma tem, tornando-se barreiras arquitectonicas quase que, ao passar por eles, gritam como se de um desesperado se trata-se "olha para mim" "repara em mim" dá-me a tua atenção"... Podiam fazer melhor! Cumprimentos Dr. Helder.
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