Hoje decorre uma greve dos trabalhadores em funções públicas. Os media traduzem o habitual: outros trabalhadores queixam-se da ausência de trabalho que lhes permitam viajar, usar serviços, receber educação, etc. Ora, não há greves sem implicações e é para isso mesmo que esta forma de luta foi criada. É natural que os patrões ou o governo protestem; agora, que trabalhadores se manifestem contrários a direitos inalienáveis é preocupante para a cidadania.
quinta-feira, maio 20, 2021
sexta-feira, fevereiro 05, 2021
Tele-trabalho, o eu contra o nós de Hobsbawm
Muitas das entrevistas, feitas pelos media a ativos em tele-trabalho, mostram queixas da falta de condições logísticas, ou da falta de apoios conjugados que permitam a sua função de pais, ou mesmo a grande pressão dos patrões que adiam a saída das fábricas e de escritórios. Na verdade, são situações justas. Mas gostaria de ver uma leitura interpretativa mais profunda: a de que a imersão no espaço doméstico de milhares de trabalhadores, retira-os do seu espaço funcional de agregação e de reivindicação, uma oferenda para o patronato ou para o estado.
sábado, outubro 12, 2019
Trabalho em revista

domingo, novembro 10, 2013
para que servem as estatísticas?
sábado, março 23, 2013
1900
sábado, dezembro 15, 2012
Algum trabalho para desenjoar
sexta-feira, maio 20, 2011
PSD contra a qualificação do trabalho
terça-feira, novembro 02, 2010
Azenhas do Mar
domingo, outubro 17, 2010
Operário protesta nu na 125
Adenda de 21/10/2010:
Ler o excelente contributo do João Martins para a melhor compreensão do meu post acima. Aliás, aconselho vivamente uma atenção redobrada ao que o autor tem vindo a escrever, que considero do melhor que se escreve na blogosfera em termos de análise sobre fenómenos contemporâneos.
domingo, novembro 08, 2009
O capital é sempre igual
O acidente do viaduto, em Andorra, que vitimou trabalhadores portugueses mostra, sobretudo, que o capitalismo é igual em toda a parte. A morte de cinco trabalhadores e os ferimentos de outros seis é reveladora de como o capital internacional e a competitividade neoliberal das empresas os tratam: mais de 12 horas diárias de trabalho, roubo do descanso semanal e condições perigosas de trabalho. Neste caso não há argumentos de segurança que valham. Acresce que, no caso dos imigrantes portugueses, as suas deslocações regulares entre Portugal e Espanha – por ausência de trabalho no seu país – obrigam a condições psicológicas de trabalho muito mais atentas. Por isso, não vale a pena os sindicatos colocarem os trabalhadores espanhóis como estando numa relação de vantagem sobre os portugueses. O capital trata-os da mesma maneira. Só que, neste caso, os portugueses para além de operários são também emigrantes. Alguns deles não o serão mais.
domingo, junho 29, 2008
quarta-feira, novembro 21, 2007
Prestar contas
Entretanto, estou a criar um catálogo de música tradicional, de registos pessoais que tenho em diversos suportes magnéticos, do qual darei breve informação. Já que a Câmara de Loulé não os disponibiliza online, fá-lo-ei, como autor da pesquisa/espólio. A propósito, aproveito para vos dar a conhecer um registo de 1962, de Adolfo Contreiras, em plena guerra colonial, a partir de um monocórdico de trabalhadores africanos nas roças. Imperdível, ainda se pensarmos que, nesse ano, Giacometti, o corso romântico, andava pelo Algarve a gravar romances e instrumentais de flauta de cana (ouvir aqui).
Também a investigação para o Grupo Folclórico de Alte me tem ocupado muitos dias. Nas últimas semanas, à volta do jornal Folha de Alte (1922-1934), aparecem-me verdadeiras pérolas que conto mostrar-vos nos próximos dias. Se houver tempo.
Contas prestadas, até já.
quarta-feira, outubro 17, 2007
terça-feira, outubro 16, 2007
quinta-feira, outubro 04, 2007
Unicer
Realmente vale a pena perguntar: a Câmara fará alguma coisa, neste Allgarve?
Adenda às 23.50h: como noticia o barlavento online o presidente da Câmara de Loulé esteve presente no plenário de trabalhadores hoje efectuado, no qual foi decidido fazer vigílias em data a anunciar.

