Aqui tinha prometido publicar um resumo do artigo que publiquei no Ecos da Serra sobre a data do 1º de maio durante o percurso do século XX. Pois, como o prometido é devido, deixo-o para ser lido no meu arquivo do Lobo das Estepes!
Aqui tinha prometido publicar um resumo do artigo que publiquei no Ecos da Serra sobre a data do 1º de maio durante o percurso do século XX. Pois, como o prometido é devido, deixo-o para ser lido no meu arquivo do Lobo das Estepes!
Não, não esqueci o blog, apenas o tempo escasseia, entre o verão e o outono. Por ora, estudos, muitas reuniões de trabalho, horas de reflexão sobre estratégias culturais, artigos a publicar (darei conta em breve), candidaturas a projetos culturais, negociações de parceria para redes de cultura, etc., etc. Agora, a Mostra de Cinema vai-me ocupando o tempo todo, ou quase todo, por que a Ria não espera… Clicando sobre a imagem saberá mais!
A Casa da Cultura de Loulé (CCL) publicou, recentemente, um e-book, intitulado «Conversas da CCL-Então e agora?», resultado de um conjunto de tertúlias realizadas entre maio e outubro do ano passado (edição abril 2022). Das conversas foram elaboradas pequenas sínteses, pelo Joaquim Mealha e sobre as quais - e a partir das intervenções que fiz em todas elas -, escrevi comentários que se publicam em conjunto. O e-book pode ser pedido à CCL ou descarregado aqui gratuitamente.
O ‘Plano de Recuperação e Resiliência’, coordenado por António Costa Silva – que em cada frase de entrevista colocava sobranceiramente uma citação filosófica ou literária – não tem uma única medida para a cultura. Disso dão conta os subscritores da Carta Aberta da Cultura a António Costa, assinada por vários atores representativos da diversidade cultural portuguesa, bem como por um conjunto de coletivos artísticos.
(…) Estranhamos, portanto, que a Cultura não esteja presente, nas suas variadas áreas – criação, património, fruição, acesso, e necessárias dimensões de capacitação tecnológica, infraestruturas e internacionalização.
A que se deve esta ausência? Está este Governo, e o seu Primeiro-Ministro, a assumir que não vê na Cultura um motor fundamental de desenvolvimento e coesão nacional? Significa esta decisão uma desresponsabilização do Governo relativamente a este sector tão vasto, diverso e que gera um inegável valor? (…)
Pode subscrever a carta no site da APORDOC!