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sábado, março 27, 2021

No Dia Mundial do Teatro

É o Diabo, o arrais do inferno, o primeiro a falar, no Auto da Barca do Inferno de Gil Vicente, nosso maior dramaturgo: «À barca, à barca, olá!, que temos gentil maré! – Ora venha o caro à ré!». Responde-lhe o Companheiro: «Feito, feito!». No dia mundial do teatro, leio a minha velhinha edição de Os Autos das Barcas, de Mestre Gil, edição nº 55 dos livros de bolso da Europa América (3ª edição, 1977), com estudo de Luiz Francisco Rebello. 

sábado, dezembro 15, 2012

Algum trabalho para desenjoar



Trabalho de animação dos meus alunos de Animação Comunitária (2º ano de licenciatura), com Tiago Romana, Rita Gomes e David Wert (aluno Erasmus, de Espanha). A equipa tem 15 minutos para conceber guião, encenação e cenografia. O resto é o improviso do laboratório de aprendizagem.

sábado, novembro 27, 2010

Teatro em Loulé


Grande parte deles e delas são meus amigos: actores, cenógrafos, encenadores. Há anos que dão vida à arte de Talma, sempre de forma crítica e na perspectiva das primeiras experiências experimentais com o Teatro Laboratório de Faro, nos idos anos 80. Hoje, estão com uma peça escrita por cá, que conta algumas das histórias de lá, do Amanhecer na Rotunda de Lisboa, no dia 5 de Outubro de 1910. A não perder esta noite, às 21.30h, no Pavilhão do NERA em Loulé, o TAL da Casa da Cultura de Loulé.

domingo, dezembro 07, 2008

Os 25 anos do TAL

O Teatro Análise de Loulé (TAL) está a comemorar os seus 25 anos de trabalho ininterrupto. Nestes dias, temos uma exposição de materiais de teatro, das várias peças levadas a palco, patente na sala da Casa da Cultura de Loulé. Apesar de simples, a exposição mostra um trabalho dedicado de aprendizagem e de educação da arte de Talma, que já proporcionou a muita gente um contacto com o teatro que sem este trabalho não seria possível. O TAL, posso afirmá-lo, é um dos exemplos de trabalho educativo sério no campo da divulgação teatral no Algarve. Em post anterior tinha já feito a minha homenagem (link).

sexta-feira, agosto 01, 2008

Coça, coça.


Apanhei a peça por acaso. Ontem, era tarde, e dei por mim a ver, na RTP, a peça monólogo de José Pedro Gomes "Coçar onde é preciso". Um stand-up-comedy de quase duas horas, que começa pelas histórias dos percursos burlescos dos CTT e acaba com estatísticas sobre sexo. Um texto surpreendente do actor, cuja capacidade para olhar o pormenor já se conhecia de várias crónicas radiofónicas da TSF. Uma cenografia simples, mas muito eficaz, como é o caso da sanita-baú-quadro de papel-frigorífico (na imagem acima), integra e reforça o texto e a representação. Ah, genial, também a Mona Lisa: "Ó Mona por que hás-de ser lisa?". Para desconstrui-la, Gomes enche-lhe as mamas de várias formas. Magnífico.

sexta-feira, maio 30, 2008

Teatro Análise de Loulé

Parece que foi ontem. Em 1983 integrava, com alguns amigos e outros menos conhecidos, uma Oficina de Formação Teatral com os actores do Teatro Laboratório de Faro, Luís Aguilar, Isabel Pereira e José Louro. Por motivos pessoais e profissionais não terminei a formação, mas vim a assistir à produção colectiva Cena Vazia que o curso apresentou em Faro, no velho edifício dos Correios. Nesse ano ainda, a partir de um grupo de jovens formandos de Loulé, nasce o TAL, Teatro Análise da Casa da Cultura de Loulé. O grupo faz agora 25 anos, tanto tempo já. Parabéns à Manuela, ao Teiga, ao Quim Mealha e ao Clareza... O Canal do Sul edita uma reportagem vídeo sobre o aniversário. Depois de aceder ao site, clicar no vídeo "Os 25 anos do TAL" (link).