Chove, hoje, em Loulé, lavando ruas vazias e almas penadas de Leste, à espera das 7h da manhã de segunda-feira. Provavelmente, estarão todos em Quarteira, lendo os jornais de fim-de-semana (eles) e as revistas do coração (elas), dentro dos carros, a olhar o mar e o calçadão importado. Até logo!
sexta-feira, setembro 28, 2007
Uma lição armadilhada de jornalismo?
Santana Lopes abandona, a meio, uma entrevista na SicNotícias, depois de ser interrompido por causa de uma ligação em directo ao aeroporto onde chegava José Mourinho. O entrevistado recusa-se a continuar a entrevista porque acha mais importante a política do que o futebol. Discutível, não? Quanto a mim fez bem, mesmo vindo de quem vem.
Semana de humor
Muito boa a semana dos "incorrigíveis", com a excepção de Nogueira, sem dinâmica e a arrastar uma falta de talento que não se lhe conhecia. Herman esteve bem ontem, em pequenos sketchs, e os convidados das 6ªs feiras não estão nada mal. A acompanhar.
quinta-feira, setembro 27, 2007
Rir da credibilidade
“O PSD voltou a ser um partido com credibilidade institucional e política. O descrédito do Governo e do PS tornou-se óbvio. O eleitorado já começou a compreender que Marques Mendes tinha razão e porquê. E vai haver mais ranger de dentes socialistas com a moção de estratégia que ele acaba de apresentar.”. Vasco Graça Moura no DN.
Pois é, mesmo vindo do intelectual mais sorumbático, dá vontade de rir não acham?
Pois é, mesmo vindo do intelectual mais sorumbático, dá vontade de rir não acham?
Caso Maddie
Clarence Mitchell, vindo do nº10 da Downing Street, tinha prometido: “vamos retirar os olhares sobre os pais de Madeleine e insistir na tese de rapto”. E aí está. Como uma campanha de agitprop bem orquestrada começaram, de novo, a surgir observações de Maddie em todo o lado e até há uma foto da menina em Marrocos, obtida por um casal espanhol. O que prova que são os media que determinam, cada vez mais, a construção das notícias e desenvolvem uma ficção real a partir de um mundo cada vez mais virtual. Não esperem que abrande, pois, conseguido o objectivo de pôr toda a gente a falar de novo em rapto, podem esquecer o resto.
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