quarta-feira, março 21, 2007

Adivinha

Digam-me lá qual é o táxi que quer transportar o CDS/PP?

Al-Garb

Perguntam-me o que há a dizer sobre a marca Allgarve. Respondo: do mal o menos. Enquanto nos tivermos apenas que preocupar com a estupidez de ministros e as ignorâncias manhosas de uns quantos marqueteiros, está o Algarve a salvo.

sábado, março 17, 2007

Vozes antigas (C)

Cantadeiras de Armação de Pera, Silves, 1985
[foto de Helder Raimundo-Direitos Reservados]

sexta-feira, março 16, 2007

Azul mediterrânico (C)



fotos de Deanna Raimundo (Direitos Reservados)

Trilho de S. Lourenço na Quinta do Lago, Loulé, domingo, 11 de Março, pela manhã. Ler aqui.

Retratos


Oferta do jornal Público de hoje: caixa e 1º CD do volume 1 "Ontem, Hoje e Amanhã". Sabem quem lá está? Amália, Marceneiro, Zeca, José Mário, Sérgio, e muitos outros. E a surpresa (excelente) de JP Simões, com o tema "1970 (Retrato)", uma charge sobre a geração que calçou as pantufas e não sai do sofá. A jornalista diz que lembra Chico Buarque. Eu acho que JP lembra também - e bem - o José Mário de FMI. Oiçam.

quarta-feira, março 14, 2007

Para ouvir: tango e fado


Novo disco de Viviane.
Oiça o primeiro single "Meu coração abandonado", clicando aqui.

terça-feira, março 13, 2007

Ler à noite

O que vou fazer, já de seguida.

segunda-feira, março 12, 2007

Blix e Blair

Lembram-se de Hans Blix, o tal senhor que chefiou a equipa de investigação sobre a eventual presença de armas de destruição maciça no Iraque? Ele mesmo disse, hoje, que o governo de Blair alterou o relatório da sua equipa, colocando pontos de exclamação onde estavam pontos de interrogação. Qualquer coisa do género: - Blair é um aldabrão! (em vez de ?)

Regressos

Afastado da bloga, por motivos académicos e profissionais, deixei passar muita coisa em claro:
1. O parecer da Procuradoria Geral da República que desaconselha a acumulação de cargos, nas empresas municipais, pelos titulares de cargos públicos (leia-se autarcas). Sabem quantos acumulam dinheiro e poder naquelas empresas? No Algarve conhecemos muitos, não é verdade?
2. A impossibilidade de aguentar o Jornal da Noite da Sic. Mesmo com a qualidade de Rodrigues Guedes de Carvalho, o populismo da estação é cada vez mais assustador. Às 20h, vejo-me obrigado a passar para a RTP1.
3. Não deixei de ver a exposição de Columbano Bordalo Pinheiro, em Lisboa, no Museu do Chiado (com a família e amigo). Só não falei dela aqui.
4. Domingo, no trilho de S. Lourenço na Quinta do Lago. Apesar de parecer a marginal de Quarteira, ainda se podem observar corvos marinhos de crista, juvenis de galinha sultana e pintos de galeirão. Pena que os passeantes corram em vez de olhar, e os ciclistas não percebam nada de natureza.

sexta-feira, março 02, 2007

Sintav, topas?

Não estranhem: uma manifestação do Sintav à porta da OPA da PT e uma sindicalista beijoqueira de bandeira em punho, nas faces do Granadeiro. Ah, que país de merda. Oh Portugal se fosses só três sílabas, de plástico, que era mais barato!

Aqui tão perto


Estão lá todos. Gosto particularmente de José de Guimarães (no cartaz acima), o Garcia Revuelta da sexualidade violenta, o Günter Grass descacando as cebolas. Os pequenos bronzes de Cutileiro estão lá, discretos, mas vale a pena olhá-los. No Centro Cultural S. Lourenço em Almancil, até 29 deste mês.

Bento (16)

Também eu cresci, com o bigode e as defesas de Bento.

segunda-feira, fevereiro 26, 2007

Ainda o Zeca (desta vez em Faro)

Organiza a CIVIS e a Associação 25 de Abril

sexta-feira, fevereiro 23, 2007

Zeca Afonso: há vinte anos...

Éramos putos e estávamos todos em frenesim à espera do Zeca, no "Glória ou Morte", em Portimão. Eu tinha ouvido, à socapa em casa de amigos, algumas baladas do José Afonso (os primeiros singles dele era assim que o tratavam). O Zé Luís, um carpinteiro mais culto que muitos dos meus professores, tinha-me emprestado um livro de poemas do cantor, editado pela Livraria Paisagem, do Porto, em 1972, onde fiquei a conhecê-lo melhor. Assim, nessa noite, espreitando a Pide à paisana no bar da sociedade recreativa, preparada para o momento de protesto cantatório e olhando os poucos carros que iam chegando, chegou o Zeca, camisola de manga curta azul, cabelos encaracolados já desgrenhados das noites mal dormidas, viola às costas, disposto a limitar-se a cantar, como disse a Viale Moutinho. A malta mais velha, preparou uma peça de Teixeira Gomes, portimonense das letras e da presidência, para compôr o ramalhete e enganar os incultos da censura.
A partir daí cantei muitas vezes, em muitos sítios, as canções do Zeca: Vejam bem/Os vampiros/Canção de embalar/Cantar alentejano/Cantigas do Maio/Canto jovem/Grândola, vila morena/Menino do bairro negro/A morte saíu à rua/Menino d'oiro/Vamos cantar as janeiras/Traz outro amigo também...
E aqui continuamos a madrugada do Zeca...
*
[escrito na madrugada de 24 de Fevereiro de 2004]
Ver também no blog do Zeca Afonso (clicar na palavra sublinhada)

quinta-feira, fevereiro 22, 2007

O início do 4º ano

Ao terceiro aniversário esquecemo-nos. Este blogue fez, no passado dia 19, três anos de vida. A 19 de Fevereiro de 2004 dava os primeiros passos no velhinho contrasenso do sapo.

quarta-feira, fevereiro 14, 2007

O Dubai de Vale de Lobo

O Ministério do Ambiente chumbou o projecto de instalação da ilha artificial prevista para a frente de costa da praia de Vale de Lobo, no concelho de Loulé. Esta ideia megalómana pretendia instalar mais de 700.000 fogos entre outros disparates a 500 metros da praia. Claro que o interesse era o de fixar as areias na praia do empreendimento que tem vindo a estimular a erosão costeira, com construções em cima das arribas e instalação de campos de golfe. Os pareceres do LNEC e da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto são claros: as areias que seriam fixadas em Vale do Lobo provocariam a erosão de costa entre o Ancão e a Praia de Faro e poriam em causa o sistema da Ria Formosa. Alveirinho Dias, nosso colega da UALg, especialista em erosão costeira também faz uma pergunta pertinente: Quem seria o dono desta ilha em espaço público continental?

segunda-feira, fevereiro 12, 2007

P

O Público de hoje chegou tarde a Loulé e a Faro. Só o consegui comprar à noite, no Modelo do patrão, claro. Mas olhem que me agrada. Tirando as cores, que não se entendem umas em cima das outras, que borram os dentes seráficos da família Loureiro, na página 50. Dá para folhear online. Estou a falar do novo grafismo, claro. Ah e outra coisa, vamos continuar a gramar a escrita rasteirinha da Laurinda Alves na opinião de sexta-feira.

Ora bolas, não senti nada.

Na verdade a informação dos media sobre o sismo do Algarve foi mais que insuficiente e demorada. Mas também não exageremos. Eu estava em Faro junto das velhas hortas da Penha, e nem senti tremelicar o dedinho do pé. A falha da ferradura provoca muitos sismos durante o ano, de menor magnitude, mas este não é nada que espante os pardais.

domingo, fevereiro 11, 2007

Finalmente!

Como se esperava o sim ganhou. Agora há muito a fazer, em primeiro lugar na Assembleia, para legislar o indispensável e não permitir que a propalada "objecção de consciência" de alguns médicos se torne a força de bloqueio do serviço nacional de saúde. Entretanto o líder do CDS fez a declaração mais pró-fascista da noite.
Adenda às 1.20 do dia 12: no Algarve o SIM ganhou com 74%. No concelho de Loulé ganhou com a mesma percentagem. E na minha freguesia, quem diria, o SIM ganhou com 68%. Obrigado.

sexta-feira, fevereiro 09, 2007

SIM X


Até dia 11!