domingo, outubro 08, 2006
Madeira
Já vimos muitas vezes o homem iritado. O troglodita da Madeira, agora, esbraceja e vomita contra o «colapso social que aí vem, por culpa do Sócrates». Agora que a teta está a fechar-se vamos ver quanto tempo dura no poder. Não percebo é como o PS só agora percebeu a maneira de o alijar do governo.
Três a zero
Na verdade esqueci-me que Portugal jogava com o Azerbeijão, uma equipa assim equiparada ao Clube Desportivo de Freixo de Espada à Cinta (sem ofensa). Três a zero é muito pouco para esta diferença cultural!
sábado, outubro 07, 2006
Câmara Clara
Querem uma boa discussão e um programa sério sobre cultura? Penso que conhecem a «Câmara Clara», sextas às 22.30h na 2:
Liedson
Há horas, Portugal apanhou uma batatada de 4-1 com a Rússia nos sub-21. Mais logo, a vingança deve vir gelada: Costinha e Maniche sabem bem do assunto. O declíneo do futebolês está a acentuar-se. Está na altura de Liedson se naturalizar português.
sexta-feira, outubro 06, 2006
american way of live

Sem tempo e paciência para ler jornais e revistas, sou viciado compulsivo em colunas e crónicas: em papel, em linha, onde for. Uma das hipóteses mais interessantes é a compilação de textos de velhas colunas de jornais, em livro. Como poderia resistir à compra de Notas sobre um país grande, do Bill Bryson?
Carnivàle
Ainda não tinha lido, nem visto nada sobre Carnivàle, a série da HBO. Um mail do amigo António, recorda-me que a Sic Radical, pelas 23 horas, iniciava a I série de 12 episódios desta mágica e lúgubre história, "uma espécie de mistura de As Vinhas da Ira com TwinPeaks". Esperemos.
quinta-feira, outubro 05, 2006
Um burro da infância
Quando o pai dele morreu, levei-o silencioso. Andámos sem destino, mas a estranheza da morte levou-me a caminhar para a mata, uma pequena floresta de eucaliptos, onde lembro de ter disposto alguns sacos pretos com sementes. Ali, sentia-me protegido das desgraças inapercebidas do mundo. Parando junto a um eucalipto, já muito alto e magro, o meu amigo chorou. Teríamos nove, dez anos? Não me lembro bem. Mas sei que depois de termos olhado o rio, ali mesmo à nossa frente, ele voltou a lembrar-se de como era a vida. Só muito mais tarde compreenderia o seu regresso. A noite passada tinha dormido debaixo do mesmo tecto, perto de um pai morto. A mãe, mantivera-se acordada ao lado do pai morto, sem apelar aos vizinhos a dor da alma; e ele cumprira o prometido: só chorar no dia seguinte.
*
O caso de Setúbal e as TVs
No caso do sequestrador da delegação do BES em Setúbal, não se viram as televisões a toda a hora a cheirar o cú do caso. A polícia também não deu muito fogo à palha. Várias vezes procurei saber o que se passava e só o conseguia nas publicações em linha. Satisfeito.
Praxes
No julgamento da aluna do Piaget, que apresentou queixa por causa de praxes violentas, lá estavam os seus ex-colegas. Faziam fila à frente do tribunal com faixas pretas aos pés que diziam: "Pisem-nos, mas não acabem connosco!". Confuso, hem? Eu pisava-os.
quarta-feira, outubro 04, 2006
terça-feira, outubro 03, 2006
Passado-Presente
Mais um interessante projecto a acompanhar. Desta vez sobre as problemáticas da memória social, algo que me é caro na investigação. Com direcção de Rui Bebiano, precursor de revistas culturais na Net, este projecto aborda questões como a tradição, a memória, a folclorização e a patrimonialização, numa perspectiva da história e da antropologia. Clicar na imagem para ver.quarta-feira, setembro 27, 2006
Livros na cabeceira
Acabei de olhar aqui para o lado direito do ecrã e lá vi os livros na cabeceira, ali parados há tanto tempo. Pensei que andava a ler mais depressa do que os substituía no template. Pois lá estão o Castelo do Kafka e o Coração... do Camilo. O certo é que ainda não os acabei. E pus-me a pensar o que tenho lido nos últimos meses, para além das muitas dezenas sobre o tema da tese (chiça, este pesadelo está quase). Ora aqui vão as leituras que deveriam ter passado pela cabeceira:
1. Sexo na cabeça, de Luís Fernando Veríssimo
2. As mentiras que os homens contam... do mesmo autor
3. Laços de Família, de Clarice Lispector
4. Crime na exposição, de Francisco José Viegas
5. O mestre de Esgrima, de Arturo Perez-Reverte
6. Sentimentos e sentimentais, de Javier Marías
7. Paixão em Florença, de Somerset Maugham
8. Onze contos de futebol, de Camilo José Cela
E o que estou a ler ao mesmo tempo?
1. O físico prodigioso, de Jorge de Sena
2. Histórias de mulheres, de Rosa Montero
3. O meu Michael, de Amoz Oz.
Esqueci-me de alguém? Ah, comecei O crime do Padre Amaro, mas decididamente não tenho pachorra para o burguês do Eça.
Turismo?
Hoje é o Dia Mundial do Turismo. Este ano a OM da dita resolveu escolher Portugal para anfitrião das comemorações. O governo decide fazê-las em Lisboa, o que chateia o presidente da Região de Turismo do Algarve. [Somos mouros, pois claro, deixem o turismo lá pra Lisboa]. Não contente o presidente da RTA manda carta ao secretário do turismo, que “esqueceu a principal região turística do país”. Olhem, descontente estou eu, que tenho que dar hoje ao estado uma bela nota de IRS. Nine, twenty e seven, esta é a merda de data que não esqueço.
Já agora: O presidente da AHETA, Elidérico Viegas, está-se maribando para isso. O que o preocupa é a necessária mudança de legislação do licenciamento dos empreendimentos turísticos. Ou seja, de acordo com as propostas do governo, abrir os empreendimentos mesmo antes das vistorias e da emissão de licenças. Estão a ver no que isto vai dar, não?
Já agora: O presidente da AHETA, Elidérico Viegas, está-se maribando para isso. O que o preocupa é a necessária mudança de legislação do licenciamento dos empreendimentos turísticos. Ou seja, de acordo com as propostas do governo, abrir os empreendimentos mesmo antes das vistorias e da emissão de licenças. Estão a ver no que isto vai dar, não?
sexta-feira, setembro 22, 2006
Benfica
Para dizer a verdade eu nem dormi esta noite. Sabia que ele ia falar hoje, desvendar um mistério guardado a sete chaves ou pneus, como quiserem. Nem o meu benfiquismo me consolou. E tive que esperar toda o dia sofrendo as maleitas do Gordon, chuva e vento e eu sem luz nenhuma ao fundo do túnel. Mas ainda há momentos, porra, aquilo é que foi. Vieira lá estava engravatado a dar a sua conferência de imprensa (É verdade, já viram que agora a Grande Entrevista é um catálogo de oferta de conferências de imprensa gratuitas, desde o Bill Gates?). O homem finalmente revelou que iria ser candidato da família benfiquista. Fui-me embora de seguida. Não sei se falou de Veiga, ou não. Não me perguntem nada, nem façam comentários do género: «o homem é um nababo!». Eu não respondo por mim.
quarta-feira, setembro 20, 2006
terça-feira, setembro 19, 2006
Problema de saúde pública (intelectual)
Pois é, Pacheco Pereira. Mas também ninguém explicou como é que as torres caem daquela maneira, como se fossem implodidas, porque um avião não faz aquilo. E já agora se foi possível aos terroristas sequestrar aviões, depois de aprender a voar nos EUA, porque não seria possível colocar umas bombas no WTC? E até agora ninguém respondeu às "provocações" dos cães e dos polícias que foram retirados, dos negócios das vendas e dos seguros dos edifícios, do avião que desapareceu de frente do pentágono, etc., etc.. Também os EUA inventaram armas de destruição maciça no Iraque, o Colin Powell apresentou provas falseadas do mesmo, perante a ONU, afinal havia muitos voos da CIA sobre a Europa e muitas prisões de alta segurança com presos para Guantánamo.
Afinal quem é que é parvo e deve usar um badge, uma porra de um emblema na lapela do casaco?
Debate V
10. Pois é, a lei de autonomia é do governo PS e de 1998. O primeiro contrato de autonomia foi assinado pelo governo de David Justino (educação) com a Escola da Ponte (olá Ademar!).
11. A ministra afirma querer constituir um conselho coordenador dos conselhos executivos.
12. O ex-secretário quer abrir a porta à gestão privada das escolas. Sabia que ele não aguentaria.
13. Já viram que há professores que falam, falam e não dizem nada?
14....
...
[Meus amigos, vou mas é ler o Sena].
11. A ministra afirma querer constituir um conselho coordenador dos conselhos executivos.
12. O ex-secretário quer abrir a porta à gestão privada das escolas. Sabia que ele não aguentaria.
13. Já viram que há professores que falam, falam e não dizem nada?
14....
...
[Meus amigos, vou mas é ler o Sena].
segunda-feira, setembro 18, 2006
Debate IV
8. A ministra marca pontos quando diz que prefere falar das questões pedagógicas do ensino com os seus agentes directos nas escolas e não com os sindicatos. O sindicalista prefere a prática de negociar com os sindicatos a política educativa. O ex-secretário de estado acha que não é obrigação nem prática; e agora não deixa ninguém falar.
9. Ficámos a saber que esta equipa ministerial foi a 1ª a reunir com todos os conselhos executivos das escolas do país. O que andaram os outros a fazer?
9. Ficámos a saber que esta equipa ministerial foi a 1ª a reunir com todos os conselhos executivos das escolas do país. O que andaram os outros a fazer?
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