Joaquim Mealha Costa põe o dedo na ferida, num problema que tem o olhar de políticos e de técnicos enviesado pela árvore, que tapa a visão da floresta (aqui, serve muito bem o saber popular). Diz ele, que algumas vozes dão nota da verdadeira dimensão do problema. E aqui está uma, bem próxima de nós e muito acertada!Começa a ler-se e ouvir-se alguma reflexão sobre o disparate das medidas que estão a ser aplicadas, e que conscientemente ou não, apenas servem o negócio do fogo, a coberto de uma campanha de medo, naturalmente ancorada em evidencias reais dos incêndios passados, sendo mais um contributo para a destruição de 2/3 do País e do seu espaço rural.
domingo, abril 01, 2018
A grande desmatação...?
domingo, agosto 30, 2015
Cidade lacustre de Vilamoura: milhões de destruição
segunda-feira, dezembro 29, 2014
Demolições na Ria Formosa. E depois?
sexta-feira, março 21, 2014
Primavera Pessoa
terça-feira, março 04, 2014
Privatizar a água ao capital
segunda-feira, junho 24, 2013
Perigeu da Lua
quarta-feira, abril 03, 2013
Águas de março
sábado, janeiro 19, 2013
A natureza criativa contra as portagens
domingo, janeiro 13, 2013
terça-feira, junho 12, 2012
Ovos escalfados
segunda-feira, abril 02, 2012
Quinta da Ombria sempre na umbria
domingo, dezembro 25, 2011
Resistem as oliveiras
sábado, julho 30, 2011
Mais abate de árvores, não!
segunda-feira, abril 11, 2011
terça-feira, novembro 02, 2010
Azenhas do Mar
quinta-feira, outubro 21, 2010
Dendrofobia
Não é de agora o desprezo pelas árvores em meio urbano, a ‘dendrofobia’ como lhe chamam os botânicos. Nos Petits Poèmes en Prose, Baudelaire dizia sobre Lisboa que «É uma cidade à beira da água; dizem que está edificada em mármore e que o povo tem um ódio tal à vegetação que arranca todas as árvores» (ver Filomena Mónica em Turista à Força). Em Loulé tivemos um exemplo paradigmático desta dendrofobia institucional, quando a Câmara mandou abater 16 tílias, com mais de 50 anos, na Praça da República, exatamente no Dia da Árvore de 2010 (ver link).
Curioso foi o facto de, na minha investigação de doutoramento, vir a encontrar na acta de uma reunião de Câmara Municipal de Portimão, uma nota dizendo que os moradores da Rua João Lúcio tinham pedido a substituição das amoreiras «por outras que não prejudiquem o asseio local». A Câmara deliberou mandar saber quantas árvores seriam, para a sua imediata substituição (Acta de 22 dezembro 1976). Uns dias antes do Natal, portanto. A tradição ainda é o que foi.
terça-feira, abril 13, 2010
segunda-feira, abril 12, 2010
Artistas plásticos homenageiam as tílias da Praça
quarta-feira, março 31, 2010
Alfarrobeira de sombra
No domingo, dia 28 de Março, pude acolher-me do sol, com os meus filhos, sob a copa frondosa da alfarrobeira dos tanques de salga do Ludo, provavelmente uma das descendentes daquelas que deram sombra aos pescadores que encheram muitas ânforas de "garum".
As 16 tílias da Praça da República em Loulé, não darão mais sombra a ninguém.










